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Workshow com o Guitarrista Claudio Celso

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Data: Quinta, 23 de outubro de 2014 17h00
Cidade: Sao-Paulo
Local: Souza Lima - Faculdade e Conservatório Musical
Rua: Rua José Maria lisboa, 745




Tema do Workshop



''A Vida do Músico Nos Estados Unidos''

Ao longo de uma carreira de mais de 30 anos nos Estados Unidos, o compositor e guitarrista paulistano Claudio Celso tocou e conviveu na intimidade com dezenas de músicos de renome como Dexter Gordon, Chet Baker, Roberta Flack, Jaco Pastorius e Willie Nelson, dentre muitos outros, e compartilha nesta workshop toda a sua bagagem musical e de vida, fornecendo um verdadeiro kit de sobrevivência de música na terra do Tio Sam.



Sua História



Claudio Celso nasceu em 1955 em São Paulo e aos quatro anos começou a tocar guitarra, influenciado por seu pai, um dos pioneiros da guitarra elétrica jazzística no Brasil na década de 40.



Estudou violão clássico com Alfredo Scupinari e mais tarde, aperfeiçoou seus estudos de jazz com Paulinho Nogueira e Amilton Godoy em São Paulo e com Don Sebesky em Nova York.



Profissionalizou-se aos 17 anos, tocando na orquestra da TV Tupi e com o renomado Zimbo Trio, tornando-se figura atuante e respeitada na cena musical paulistana.



Em 1978, mudou-se para Nova York, vivendo desde então entre os Estados Unidos e o Brasil.



Com a banda “Cinnamon Flower” saxofonista Charlie Rouse, pianista Dom Salvador e baterista Billy Hart, Kloud Joe, Claudio Celso tocou em 1979 no Festival de Jazz de Newport e em 1980 no Cool Jazz Festival, ambos em Nova York.



Como músico de estúdio, participou da gravação de vários discos, trabalhando para produtores como Teo Macero, Creed Taylor, Roy Cicala, Giorgio Gomelsky, David Burrell e Arto Lindsay, incluindo:

- “Red on Red” de Cláudio Roditi com Kenia (Greene St Records)

- “The Brazilian Beat of Guanabara” (Baystate Records)

- “Jewel Eyes” de Frank Ferrucci (Wren Records)

- “Elegia” de Lloyd McNeill (Baobab Records Co.)



Foi mestre dos guitarristas brasileiros Victor Biglione, André Cristovan, Mário Manga, Paulo Freire e outros.



De 1986 a 1989 trabalhou com o trombonista Raul de Souza, tocando concertos por todo o Brasil.



Em 1989 formou a banda “Rain Forest” em São Francisco e tocou no Monterey Jazz Festival e no Earth Day Concert em New York em 1990.



No Rio de Janeiro, Claudio criou e produziu vários jingles e trilhas para Coca-Cola, Texaco, Amil, Bob’s, entre outras, com o músico e produtor Phillipe Neiva nos Estúdios Mega.



Também gravou com Nelson Gonçalves, Sandra de Sá, Alceu Valença (num disco em homenagem a Raul Seixas), e em Nova York gravou o vídeo “Mais” de Marisa Monte, com Ciro Baptista e Arto Lindsey.



De meados de 1993 a 1994, tocou nos principais jazz clubs de Miami, como “Roses”, “Mo Jazz Cafe” e nos festivais de Jupiter e Naples na Flórida, e Riverwalk Jazz Festival em Fort Lauderdale.



Acompanhou a cantora Bebel Gilberto no show de Miss Miami. Em março de 1995, viajou a Austin, Texas, onde gravou um vídeo-clip com a cantora Evelyn Thomas com a participação especial de Willie Nelson.



Em meados de 1995, passando alguns meses em São Paulo, escreveu para a Revista “Guitar Player” e lançou seu vídeo-aula Guitarra Jazz, Volume 1.



De volta à Flórida em 1996, formou a banda “The Florida Jazz Quintet” com o lendário saxofonista Ben Champion, mentor e professor musical de Jaco Pastorius, com a participação do tecladista Ben Collier e do baterista Danny Burger.



Claudio também tocou ao lado do trumpetista Arturo Sandoval no Lincoln Theater em Miami Beach, com Carlos Aberoff do famoso grupo cubano Irakere, e no concerto de Naná Vasconcellos no Metro-Dade Cultural Center do Museu de Arte de Miami.



Apresentou-se na residência da família Bush em West Palm Beach, e também fez parte de um CD em homenagem a Padre Pio, canonizado pelo Vaticano, obra que recebeu o reconhecimento e bênção do Papa João Paulo II.



Em novembro de 1997, gravou em Los Angeles o CD “Amazon Moon – The Music of Mike Stoller” da famosa dupla Lieber-Stoller, que criou clássicos como “Hound Dog”, “Jailhouse Rock” e “Stand by Me”,gravados por Elvis Presley e John Lennon.



Em novembro de 1998, lançou seu CD “Brazilian Jazz by Claudio Celso” nos Estados Unidos pela Max Music e distribuído pela Universal Music and Video, comercializado nas principais lojas norte-americanas e pela Internet, sendo tocado nas rádios especializadas de jazz de todo o país. O lançamento foi no O’Hara’s Jazz Club e no Hollywood Jazz Festival em Hollywood, Flórida, onde recebeu excelentes críticas por parte da mídia.



Devido ao sucesso de seu disco, concedeu entrevistas às rádios WTMI e WLRN. A partir de então, passou a tocar suas composições para várias platéias da Flórida, entre elas a Livraria Cultural “Borders”, com o apoio da Rádio de Jazz Love 94, e na cidade de Fort Meiers, onde teve um público pagante de 2.000 pessoas.



Em 2000, o jornal “New Times” de Miami consagrou-o como um dos melhores guitarristas de jazz.



Com o baterista Magrus Borges (Bebel Gilberto), ministrou workshops sobre música instrumental brasileira no circuito de bibliotecas públicas e museus de Miami.



De 2002 a início de 2003, viveu em Los Angeles, onde se apresentou no Art Flower Gallery, African Festival of Los Angeles, World Stage de Billy Higgins e no renomado bar de jazz “The Baked Potato”, com sua banda formada por Gerry Brown (Stanley Clark, Stevie Wonder), Munyungo Jackson (Miles Davis, Stevie Wonder, Sting), Mark Stevens (Stanley Clark, Seal) e Keith Jones.



Também participou do famoso programa de world music “Global Village” na rádio KPFK, onde tocou algumas de suas composições ao vivo e concedeu extensa entrevista.



Em 2006, Claudio lançou no Brasil o CD “Swell – A Brazilian Cool Jazz Experience” pela Maritaca Produções Artísticas e distribuído pela Tratori, e tem tocado concertos e ministrado workshops por todo o país.



De volta ao Brasil, Claudio participou do Festival de Jazz de Joinville em junho de 2005.



Na edição de maio de 2006 da Revista Guitar Player, foi considerado um dos principais guitarristas brasileiros.



Em 2007, Claudio Celso foi entrevistado por Jô Soares no “Programa do Jô” da Rede Globo, com uma audiência de 4.6 milhõe s de telespectadores.



Claudio Celso está imortalizado na Enciclopédia dos Músicos do Brasil





2008 e 2009 foram anos em que Claudio se dedicou à divulgação de seu CD Swell na capital paulistana com apresentações e concertos no tradicional Teatro do Colégio Santa Cruz, Bourbon Streeet Music Club, All of Jazz, Ton Ton Jazz, e Clube Pinheiros ao lado de Nelson Ayres, além de workshops e apresentações pelo interior do estado nas cidades de Franca, Ribeirão Preto e Cruzeiro.



Em 2010, viajou para os Estados Unidos, onde lançou dois CDs: “Surf Life”, uma aventura musical repleta de magia, formando ondas de sons instrumentais modulados por diferentes tipos de guitarra e violão, e melodias que transportam a alma do ouvinte a uma dimensão de sonho, de água... de verdadeiro surf musical, e “The Music of Claudio Celso”, uma coletânea de seus CDs anteriores.



Formou parceria com Eumir Deodato, liderando a banda The Alpha Solaris Project, ao lado de Gerry Brown (bateria), Frank Colón (percussão), Pepe Aparicio (baixo), Felix Gomez (teclado) e Stuart King (trompete).



Em outubro, fez uma apresentação solo acústica pelo projeto Hollywood Art Walk patrocinado pela Prefeitura de Hollywood, Florida.



Em 2011, de volta ao Brasil, Claudio Celso se apresentou com seu som acústico ''Surf Life'' na ''Mostra Cultural Alma Surf'' no Museu da Bienal do Ibirapuera em São Paulo, e na praia de Maresias no evento surfístico Desafio Water Man'', além de continuar presente na cena musical paulistana e ao mesmo tempo em que passou a compor um novo grupo de temas musicais, estruturando sua nova fase totalmente elétrica.



Em 2012, Claudio Celso se reinventa com o projeto ''PopFunkJazzFusionBrasil'', incluindo em sua banda músicos da nova geração, e com várias composições que refletem uma somatória das tendências musicais contemporâneas, usando o formato quarteto fusion com sonoridade elétrica.



Vídeos deste projeto foram produzidos em estúdio, enquanto outros foram gravados ao vivo durante concertos e apresentações no SESC Santos, Bourbon Street Music Club, Studio Rock Café e no projeto Jazz Times do bar Black Jaw na cidade de Santos.



Em 2013, Claudio participa da gravação do CD “Turno di Notte”, de Francesco Lattanzi lançado na Itália, e compõe e escreve o arranjo da ''Suite Axis Mundi'', uma peça especialmente desenhada para guitarra elétrica, banda Fusion e Orquestra Sinfônica,



Através da Lei de Incentivo à cultura, popularmente conhecida como Lei Rouanet, Claudio Celso obteve do Ministério da Educação e Cultura financiamento para uma turnê de dois anos pelas capitais e principais cidades brasileiras, e a gravação de dois CDs: Noroeste com a participação de artistas renomados, e Terral, ao vivo, com temas inspirados no mar, da mesma forma como os compositores da melhor safra que o Brasil já produziu o fizeram nos anos 60. Claudio chama esse material inédito e envolvente de Música Progressiva Brasileira.



Também em 2013, Claudio Celso entrou para o Dicionário Cravo Albin, uma obra de referência para os estudiosos da música brasileira. (http://www.dicionariompb.com.br/claudio-celso)



Hoje, mais ativo do que nunca, Claudio segue se apresentando com sua nova banda, além de estar cuidando da orquestração e dos toques finais nos arranjos de sua Suite Axis Mundi.